No processo de coaching de executivos e gestores observamos que ainda persiste a dificuldade para liderar e gerir pessoas. O cenário mostra velhas “fórmulas certeiras” que já não proporcionam os melhores resultados. E a solução não se limita a identificar as alternativas possíveis. É preciso compreender este movimento como parte de um processo de mudança nas relações. Afinal, o que funcionou numa determinada época, não necessariamente funcionará nas seguintes.

Há algum tempo atrás, o que movia e dinamizava uma equipe não era o todo e sim o que cada um apresentava como resultado. Cada membro era considerado uma peça de engrenagem do sistema. Reproduziam-se operações similares as de uma máquina e os procedimentos estavam descritos nos manuais.

Dúvidas e alterações, simplesmente não tinham espaço neste formato. O foco era mais concreto e a responsabilidade específica. E, se por caso, surgisse um problema, o profissional era responsabilizado, punido e descartado. Pessoas fora dos padrões esperados eram “cartas fora do baralho”. Sentimentos, emoções e demais questões subjetivas iam parar debaixo das mesas ou nas conversas de banheiro. A austera figura do “chefe devorador de almas”, instalava um clima de tensão e medo, alimentando a baixa auto-estima da equipe.

Algum tempo depois, surgiram as analogias vindas dos esportes. As equipes viraram times e os líderes treinadores ou coaches. Assim, o lado humano da empresa foi qualificado, ganhou espaço, gerando um avanço substancial. Então, as antigas peças da engrenagem tornaram-se profissionais  membros de um grupo. Mas ainda eram necessários ajustes que evitassem transformar, por exemplo, reuniões de equipe em “lavação de roupa suja”, exposições indevidas, ataques injustos, identificações de bodes-expiatórios e tribunais.

Mais um passo foi dado no processo de amadurecimento na condução de equipes: o papel de líder coach. Hoje, o cuidado com as pessoas é, indiscutivelmente, maior. Compreendeu-se  que um gestor precisa observar as diferenças entre os membros do grupo, identificando as demandas, potencialidades e dificuldades pessoais gerais. Não se trata de atuar como psicólogo. A psicologia e a gestão de pessoas são habilidades que se complementam. No entanto, os gestores ainda precisam investir em competências que lhes dê suporte para atuarem como mais confiança como líder-coach.

A palestra Como ser um líder-coach de sua equipe propõe uma reflexão conjunta sobre o papel do líder. Através de exposição dialogada, serão apresentadas as diferenças entre os grupos de ontem e de hoje; as habilidades mais importantes a ser desenvolvidas; as ferramentas utilizadas e seus resultados.

Temas abordados:
• Coaching individual e coaching de equipes – conceituação, histórico e elementos-chave.
• O antigo e o novo modelo de gestão de pessoas.
• Líder-coach: papeis, habilidades e como atuar com as equipes.
• Mentoring: como líder as diferenças pessoais – modo de pensar, de se relacionar e atuar.
• Orientações sobre como aplicar ferramentas adequadamente e cases exitosos.

Outros cursos e palestras relacionados à gestão de pessoas e desenvolvimentos de talentos, poderão ser desenvolvidos, sob medida, de acordo com as necessidades dos clientes.

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